Fui convidada via facebook para um casamento.
Foi no que se tornaram as relações interpessoais na era das novas tecnologias, à distância de um clique, mas muito pouco pessoais.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Irra que são Aborrecidos
Eu sei que dou uma grávida gira, ouvi-o várias vezes, desde os Passos Perdidos do Parlamento até às águas tépidas de Alicante, que também fui uma grávida muito viajada.
Eu sei que fiz um filho lindo, fofinho, daqueles que dá vontade de agarrar as bochechas e apertar, de dar beijinhos até eles nos empurrarem.
Eu sei que o resultado é encantador, sedutor e todos esses maravilhosos atributos que o meu pirralho tem e que acabam em "or".
Bem sei que o envelhecimento da população é uma preocupação que nos deve a todos levar a considerar contribuir, quanto mais não seja para tentar assegurar que no futuro teremos alguém a trabalhar para nos sustentar, porque a Segurança Social não vai mais ser capaz de suportar a cisão entre novos e velhos, e os medicamentos, os médicos, e porque não, a paparoca têm de nos chegar de alguma forma e mendigar não combina com dignidade humana.
Os meus amigos adoram dizer que está na hora, que o relógio está a tocar e que isso se vê na minha cara, que o meu filho está prestes a fazer 5 anos e que eu já estou com 37, e que é agora ou nunca porque depois pode passar o tempo e que quando eu quiser pode ser tarde demais.
Porra pá!!
Podem parar de me mandar engravidar, eu sei como se faz, sou crescidinha, se e quando quiser isso acontecerá, ou não. Já dei o contributo, podem olhar para as vossas vidinhas e cuidar delas como entenderem, e já agora, podem deixar-me tratar da minha vidinha como eu bem entender?
Obrigada.
Eu sei que fiz um filho lindo, fofinho, daqueles que dá vontade de agarrar as bochechas e apertar, de dar beijinhos até eles nos empurrarem.
Eu sei que o resultado é encantador, sedutor e todos esses maravilhosos atributos que o meu pirralho tem e que acabam em "or".
Bem sei que o envelhecimento da população é uma preocupação que nos deve a todos levar a considerar contribuir, quanto mais não seja para tentar assegurar que no futuro teremos alguém a trabalhar para nos sustentar, porque a Segurança Social não vai mais ser capaz de suportar a cisão entre novos e velhos, e os medicamentos, os médicos, e porque não, a paparoca têm de nos chegar de alguma forma e mendigar não combina com dignidade humana.
Os meus amigos adoram dizer que está na hora, que o relógio está a tocar e que isso se vê na minha cara, que o meu filho está prestes a fazer 5 anos e que eu já estou com 37, e que é agora ou nunca porque depois pode passar o tempo e que quando eu quiser pode ser tarde demais.
Porra pá!!
Podem parar de me mandar engravidar, eu sei como se faz, sou crescidinha, se e quando quiser isso acontecerá, ou não. Já dei o contributo, podem olhar para as vossas vidinhas e cuidar delas como entenderem, e já agora, podem deixar-me tratar da minha vidinha como eu bem entender?
Obrigada.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Midnight in Paris
Fui ver no Sábado, e há muito tempo que não via um filme tão maravilhosamente delicioso.
Não sou grande fã do Woody Allen, nem tão pouco posso dizer que me senti melancólica, a verdade é que por muito que me custe nunca fui a Paris, mas a minha fantasia foi uma ou outra vez povoada pelas personagens que aparecem no filme.
São eles que me fazem reviver grandes estórias, ou ver a vida com outras cores, fazer parte da história isso seria então o sonho tornado realidade.
Não vou contar o enredo, mas quem vê o filme percebe o que quero dizer.
Saí do cinema a dizer que dava o dedo mindinho do pé para me acontecer uma aventura igual, com os mesmos personagens, nem precisava de os mudar, porque aqueles são alguns dos ídolos que tenho desde criança e que me acompanharam ao longo da vida, Dalí, Picasso, Hemingway, Cole Porter, Fitzgerald, pessoas que com a sua genialidade tornam a vida mais agradável de viver.
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